Supervisão Clínica · Diego Moreira

Onde tu travas com um paciente, quase sempre é onde tu te enredaste nele.

Supervisão em grupo pequeno, ao vivo, toda semana. Tu trazes teus casos reais — e a gente acha a porta de saída. A do paciente e, quase sempre, a tua.

Quero uma conversa
Turmas pequenas · entrada por conversa

Tu estudaste a abordagem. Sabes a teoria. Conduzes a sessão com cuidado. E mesmo assim tem caso que não anda — e tu não sabes dizer por quê.

Não é falta de mais um curso de técnica. Quase sempre, quando o caso trava, é porque tu entraste no mundo psíquico do paciente e ficaste preso lá junto com ele — confuso com a confusão dele. A supervisão existe pra te puxar de volta e te mostrar a saída.

Três cenas da clínica

O incômodo costuma aparecer de um destes três jeitos.

Cena 01

O caso que não anda

Faz meses. Tu já tentaste tudo que sabes e o paciente segue rodando em volta da mesma queixa. Sais da sessão com a sensação de estar cavando o problema com ele — e quanto mais cavas, pior.

“Não sei mais por onde pegar esse caso.”

Cena 02

A contratransferência que tu não vês sozinho

Tem paciente que te deixa irritado, impaciente, com vontade de sacudir. E tu não sabes se a irritação é tua ou se ele está te entregando a dele. Sozinho, tu não enxergas.

“Será que isso é meu ou é dele?”

Cena 03

A solidão de quem cuida

Tu carregas o peso de vários casos e não tens com quem dividir. Não dá pra desabafar com amigo nem com a família — tem o sigilo, e eles não entenderiam mesmo. Falta um lugar firme onde tu também sejas ouvido.

“Eu seguro todo mundo. Quem me segura?”

As três têm a mesma raiz: tu ficaste preso no mundo psíquico de alguém — às vezes o do paciente, às vezes o teu.

A tese

A terapia que funciona afasta o paciente do próprio labirinto. A supervisão faz o mesmo contigo.

Toda supervisão bem conduzida parte de um movimento só: sair. Sair do mundo psíquico em que o paciente te enredou, achar a porta e levá-lo por ela. Quando tu travas, é porque a porta sumiu — e ela quase sempre some porque alguma coisa tua entrou na cena.

Por isso a supervisão tem, querendo ou não, o caráter de uma terapia em grupo. Não é terapia. Mas a gente trabalha as tuas contratransferências, porque é nelas que o caso emperra. O lugar onde tu travas com o paciente é, com frequência, o retrato de algo teu que ainda não foi olhado.

E tem um ganho que vem de brinde: depois de um tempo lendo casos por dentro, tu começas a prever. A gente brinca de bola de cristal — “o que esse paciente vai fazer?” — e acerta. Não é magia. É entender o sistema que move a pessoa e enxergar pra onde ele a leva.

Como funciona

Ao vivo, toda semana, em grupo pequeno.

Encontro semanalAo vivo, toda quinta-feira

Tu trazes um caso real e a gente supervisiona ali, na frente da turma. Nada gravado e mastigado — a clínica acontecendo em tempo real.

FormatoTurmas pequenas

Poucas pessoas por turma. É o que torna possível o caráter de terapia em grupo e o cuidado com a contratransferência de cada um.

Ponto de partidaO caso real na mesa

Nada de teoria solta. Parte-se sempre de uma demanda concreta — tua ou de um colega — e a teoria entra pra resolver aquilo, não pra enfeitar.

Chão por baixoA base que sustenta

Antropologia clássica, logoterapia, a leitura do vínculo. Mas sempre amarrada ao caso que está na mesa — nunca como erudição vazia.

O que tu levas

Mais do que supervisão de casos.

i.

Supervisão semanal ao vivo dos teus casos

Com a turma e comigo, em cima dos teus pacientes reais.

ii.

Um grupo de pares que segura junto

O espaço de desabafo que a clínica não te dá em nenhum outro lugar.

iii.

O trabalho das tuas contratransferências

O que te trava no paciente, finalmente olhado de fora.

iv.

Acesso a todos os meus cursos

Teoria do Vínculo Terapêutico, o propedêutico de psicologia, o curso de afetos, Ordem e Rotina, o Caminho do Terapeuta e os demais — incluídos enquanto tu estiveres na supervisão.

Diego Moreira, psicólogo clínico Diego Moreira
Quem conduz

Sou Diego Moreira.

Psicólogo clínico com mais de 5 anos de prática, com consultório próprio, e há mais de 2 anos supervisiono outros psicoterapeutas. Minha prática integra a filosofia clássica, a psicologia e o que de fato acontece dentro de uma sessão.

Esta não é supervisão de quem parou de atender. É a minha clínica aberta — o mesmo modo de ler um caso que eu uso todos os dias, agora com a tua turma e em cima dos teus pacientes.

@odiego.moreira →
Pra quem é

A supervisão é pra quem atende psicoterapia.

É pra ti se

  • Tu atendes psicoterapia — estudante de psicologia, recém-formado, psicólogo, psiquiatra ou terapeuta de qualquer abordagem.
  • Tu tens caso que não anda e desconfias que parte do nó é teu.
  • Tu queres uma supervisão com profundidade antropológica, não só ajuste de técnica.
  • Tu sentes falta de um grupo firme pra dividir o peso da clínica.

Não é pra ti se

  • Tu queres só um protocolo pronto que te dispense de te olhar.
  • Tu acreditas que basta a técnica certa pro paciente melhorar.
  • Tu não estás disposto a trabalhar as tuas próprias reações dentro do grupo.
  • Tu procuras uma plateia que valide tudo, e não alguém que te confronte com cuidado.
Como entrar

A entrada passa por uma conversa.

As turmas são pequenas e estão em andamento — por isso, e pelo caráter de terapia em grupo, ninguém entra direto. Primeiro a gente conversa: eu quero entender o teu momento e ver se o perfil encaixa na turma.

É um compromisso mensal, mais acessível que a supervisão avulsa que tu encontras por aí — mas o que define a entrada não é o valor, é o encaixe.

Quero conversar com o Diego
No fim

No fundo, sobram dois caminhos.

Caminho 1

Seguir sozinho

Levando os casos travados pra casa, cavando o problema junto com o paciente, sem ninguém pra apontar onde foi que tu entraste na cena.

Caminho 2

Entrar na turma

Trazer o caso, achar a porta de saída — a do paciente e a tua — e parar de carregar a clínica sozinho.

Perguntas frequentes

Dúvidas rápidas antes da conversa.

É individual ou em grupo?+
Em grupo, turmas pequenas. É o formato que permite trabalhar a contratransferência de cada um e dá o caráter de terapia em grupo.
Quando acontece?+
Ao vivo, toda quinta-feira.
É terapia?+
Não. Mas como a gente trabalha as tuas reações e contratransferências, tem o caráter de uma terapia em grupo. Boa parte do que trava um caso está no terapeuta, não só no paciente.
Sou estudante / ainda não atendo muito. Posso entrar?+
Pode. A supervisão é pra quem atende ou vai atender psicoterapia, incluindo estudantes de psicologia que levam o tema a sério.
Preciso trazer caso toda semana?+
Não. Tu trazes quando tiver — e supervisionar o caso de um colega ensina tanto quanto trazer o teu.
Tenho acesso aos teus cursos?+
Sim. Enquanto estiveres na supervisão, tens acesso a todos eles.
Como faço pra entrar?+
Tu pedes uma conversa comigo. A gente alinha o teu momento e o encaixe na turma — as vagas são limitadas justamente por serem turmas pequenas.
Vamos conversar

Traz o caso. A gente acha a porta.

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